Diagonal - Encontros dusbão de 2015: Reunião com os Fabris - Mais Menos 2015: André Lachini, Rubens Pontes, Isabel Fabris, João Paulo Oleare

5 de janeiro de 2016
Diagonal,
cronicascatinha do Oleari





Nosso queridíssimo amigo, o jornalista Valério Fabris, chegou na área. A irmã, a professora Isabel Fabris, chegou na área. E chegaram outros Fabris, daqui e dali, de onde se tem pra chegar, e resolveram se juntar os Fabris que chegaram com os Fabris que aqui estavam.

Os Fabris são da fina flor da melhor linhagem de Cachoeiro de Itapemirim, Sul do ES. De lá, muitos Fabris partiram para a Metrópole - tipo Rio de Janeiro, e para a Província - tipo Vitória, mas todos hoje são cidadãos do mundo.

Ensinando, formando, criando, disseminando ideias e projetos, os Fabris certamente contribuem para o planetinha não ficar pior.

Pronto. Chegaram os que iam chegar e deu um "simpósio" da Família Fabris. Por conta das amigas Celeste e Helena, mãe e filha (de frente, à esquerda da mesa), o encontro dos Fabris se deu no extinto Azteca bistrô, que sempre recebeu o apoio, as atenções e o carinho de Celeste e Helena Fabris.


Além de Celeste e Helena, conhecíamos nosso Valério e o Júlio Fabris, também professor e um refinado conhecedor de música clássica, que ele perpetua num programa semanal na Rádio Universitária.

Cheguei "armado" com uma garrafa de vinho, uma a mais para ser tipo aquela "saideira" com quem estivesse a fim de uma taça de vinho - uma, pra começar, é claro, porque das seguintes a gente perde a conta. E deu certo.

Foi um encontro muito bonito. Entre os Fabris havia os que também não se viam há um tempim. Foram reencontros emocionantes, repletos de muito carinho, viu-se logo.
Licia Fabris Colodete
abraça a tia Isabel Fabris

Entre nosotros, não víamos o caríssimo Valério Fabris há uns bons anos, a não ser feissibuquianamente, nesta trolha eletrônica bilgueitiana istivijobiana, duqui acabei me convencendo ser um mal necessário.

Aí, á direita, o Rodrigo, o locutor que vos escreve esta linha aqui e, ao fundo, Helena, Celeste e Lena Mara.

À esquerda, na hora das despedidas tipo despedida depois de um reencontro que ninguém queria que terminasse. 

Pra nosotros, foi um momento muito e especialmente agradável,
dos mais agradáveis do ano dificílimo, que já foi tarde. Vamos seguir nos seguindo, nos gostando, nos compartilhando, à espera de que encontros assim, além de inesquecíveis, nos indicam que a amizade, a fraternidade e a saudade de entes queridos ainda são valores inestimáveis e superam quaisquer outros valores de segundo escalão (Oswaldo Oleari).

Os piores dos piores


Linki:

Jornalista André Lachini escolhe seus piores: Os MAIS MENOS DE 2015

http://nageral.donoleari.com.br/2016/01/jornalista-andre-lachini-escolhe-seus.html

Na outra ponta, a dos que nada fazem para melhorar o planetinha, estamos dedurando os piores de 2015. Acontecimentos, gente, políticos - deliberadamente separados de "gente" porque quase sempre político não é gente, nememo?

Começamos ontem com os piores do jornalista André Lachini. Nesta quarta-feira, teremos os piores do jornalista Rubens Pontes. A seguir, na sexta-feira, teremos os piores da professora Isabel Fabris, que deu uma aliviada e escolhe cinco melhores também.

Depois, teremos a lista do jornalista e radialista João Paulo Oleare. Depois, a do nosso parceiro leitor Mauro Angelo. E assim sucessivamente.

Quem quiser fazer seu elenco dos piores de 2015, está convidado a mandar seu listão pro donoleari@gmail.com . Pode ser só os municipais, os estaduais também, sem problema.

Todas as listas já na caixa de edição estão interessantíssimas, justamente porque representam a visão de cada um. A lista de cada um "é imexível" e não tem censura (OO).

donoleari@gmail.com 

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