Jaqueline HoRoriz, Natan Danadão, os do mensalão, deputados ladrões continuam soltos

5 de setembro de 2013
Indignação, revolta, nojo, asco (a mesma cosa, mas é pra reforçar), e, pra valer memo, digo à madame e ao cavalheiro que fiquei foi putíssimo dentro dos meus pano0s ao ouvir a notícia da votação pela Câmara dos Deputados do presidiário da Papua, Natan Danadão.

Não dá pra descrever todos os sentimentos, a não ser xingando um bando de fiudaputa de deputados federais, todos eles com o cu na mão porque têm culpa no cartório, no banco, nas maracuaias iuiscambau, e operam secretamente o seu pornô corporativismo, votando sem que se saiba como cada um fiudiumaégua votou.

Cambada de cafajeste. Cambada de moleques. Cambada de trombadões. Cambada ladrão safado, que cospem na cara do eleitorado imbecil.

Imbecil ou cúmplice? Sim, porque tem aquele eleitor que não passa de cúmplice porque cobra pra votar, recebe a outra metade da nota de R$ 100,00 depois da eleição (*), uma propina aqui outra ali, um empreguim de assessor de porra nenhuma, entre outros formatos conhecidos.

Essa decisão do espírito de corpo de suas innsolenças, os deputados federais, é uma devravação, é um escárnio, mas minha meia dúzia e meia de leitores já deviditê ouvido e lido isso daí em vários outros lugares.

Tô só desabafando, em meu nome, em nome dos meus parceiros do Portal Don Oleari Ponto Com (*), em nome dumas coisas que me ensinaram meu pai e minha mãe.

O presidiário Natan Danadão continua deputado, embora “licenciado”. Podiam amarrar-lhe uma corrente numas das pernas, vestí-lo de pijama zebrado e liberá-lo para dar o expediente na Câmara Federal, ao lado de outros tantos ladrões que lá estão, belos, fagueiros, com polpudas verbas pra gastar adoidado, e anda de aviãozim da FAB, por conta do dinheiro recolhido do constritobuinte, que colocou nos cofres do TesOuro da Viúva 1 trilhão de reais até anteontem, dia 27.

E o cara de pau do deputado presidiário – ou presidiário deputado? – ainda teve a cara de pau de fazer um apelo em nome dos seus colegas presidiários:

- pediu que melhorassem o rango, pois, segundo ele, a gororoba numtá nada boa, nada de primeira.

Certamente, nada parecida, a gororoba de agora na Papuda, com tudo o que comeu e desfrutou assaltando os cofres públicos e praticando suas maracutaias.

Neste finalzim, descubro que fiquei putíssimo comigo memo traveiz, pois estou desperdiçando uquiqui resta dos meus chipis neurônicos falando tanta besteira, para absolutamente nada.


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